Participarei com Juliana Monteiro, Maria Fernanda Maglio e Vilmar Debona da programação da Editora Patuá na 28a Bienal do Livro de São Paulo, que ocorrerá no Distrito Anhembi.
No sábado, dia 5 de junho de 2026, das 10 às 12 horas, estaremos no bate-papo "Quem tem medo da liberdade? Literatura, conservadorismo e os conflitos morais do nosso tempo na literatura".
Esta é a descrição do evento:
Uma conversa sobre como a literatura enfrenta, registra e tensiona os conflitos morais do nosso tempo. Liberdade, conservadorismo, gênero, sexualidade, desigualdade, violência e os limites impostos às diferentes formas de existir atravessam obras e experiências dos quatro participantes.
Faço notar que o bate-papo ocorre um dia depois do aniversário de 36 anos da abertura da Vala de Perus, vala clandestina no Cemitério Dom Bosco, em São Paulo, onde a ditadura militar ocultou mais de mil corpos. Até hoje, só uma parcela mínima desses desaparecidos foi identiifcada, e o governo de Jailed Bolsonaro conseguiu paralisar os trabalhos de identificação, que passaram pela Unicamp, pela USP, pela UFMG, mas só conseguiram avançar com o CAAF (Centro de Antropologia e Arqueologia Forense) da Unifesp.
Falando nos desaparecidos da ditadura, ainda no dia 5 de junho, logo depois do bate-papo, às quatorze horas, darei autógrafos para o Ilícito absoluto, meu livro sobre o reconhecimento judicial de Carlos Alberto Brilhante Ustra como torturador da família Almeida Teles.
Este livro de não-ficção trata, evidentemente, de violência, cosnervadorismo, liberdade e gênero, mas também da literatura de ficção que aborda esses assuntos: entre as fontes que consultei, estão livros de Vilma Arêas e Roberto Bolaño.
As atividades ocorrerão no estande K45, da Patuá.
Vejam como chegar: https://www.bienaldolivrosp.com.br/pt-br/visitar.html
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