O palco e o mundo


Eu, Pádua Fernandes, dei o título de meu primeiro livro a este blogue porque bem representa os temas sobre que pretendo escrever: assuntos da ordem do palco e da ordem do mundo, bem como aqueles que abrem as fronteiras. Como escreveu Murilo Mendes, de um lado temos "as ruas gritando de luzes e movimentos" e, de outro, "as colunas da ordem e da desordem".

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Eventos na Bienal do Livro de São Paulo: "Quem tem medo da liberdade?" e autógrafos para "Ilícito absoluto"

 



Participarei com Juliana Monteiro, Maria Fernanda Maglio e Vilmar Debona da programação da Editora Patuá na 28a Bienal do Livro de São Paulo, que ocorrerá no Distrito Anhembi. 
No sábado, dia 5 de junho de 2026, das 10 às 12 horas, estaremos no bate-papo "Quem tem medo da liberdade? Literatura, conservadorismo e os conflitos morais do nosso tempo na literatura".
Esta é a descrição do evento:

Uma conversa sobre como a literatura enfrenta, registra e tensiona os conflitos morais do nosso tempo. Liberdade, conservadorismo, gênero, sexualidade, desigualdade, violência e os limites impostos às diferentes formas de existir atravessam obras e experiências dos quatro participantes.

Faço notar que o bate-papo ocorre um dia depois do aniversário de 36 anos da abertura da Vala de Perus, vala clandestina no Cemitério Dom Bosco, em São Paulo, onde a ditadura militar ocultou mais de mil corpos. Até hoje, só uma parcela mínima desses desaparecidos foi identiifcada, e o governo de Jailed Bolsonaro conseguiu paralisar os trabalhos de identificação, que passaram pela Unicamp, pela USP, pela UFMG, mas só conseguiram avançar com o CAAF (Centro de Antropologia e Arqueologia Forense) da Unifesp.

Falando nos desaparecidos da ditadura, ainda no dia 5 de junho, logo depois do bate-papo, às quatorze horas, darei autógrafos para o Ilícito absoluto, meu livro sobre o reconhecimento judicial de Carlos Alberto Brilhante Ustra como torturador da família Almeida Teles.



Este livro de não-ficção trata, evidentemente, de violência, cosnervadorismo, liberdade e gênero, mas também da literatura de ficção que aborda esses assuntos: entre as fontes que consultei, estão livros de Vilma Arêas e Roberto Bolaño.

As atividades ocorrerão no estande K45, da Patuá

Vejam como chegar: https://www.bienaldolivrosp.com.br/pt-br/visitar.html


Nenhum comentário:

Postar um comentário